Aduana Movimento

sexta, 20 de fevereiro de 2026

MOVIMENTO PELA ADUANA EM JANEIRO REGISTRA A PASSAGEM DE 1930 CAMINHÕES

Total foi inferior a dezembro passado, que teve a passagem de 1947 caminhões

Fonte: Receita Federal do Brasil – Edição e foto: Luiz Carlos Gnoatto / Comunicação Ascoagrin

 

O movimento pela Aduana de Dionísio Cerqueira, em janeiro de 2026, foi inferior ao de dezembro passado, em todos os aspectos analisados, tanto no número de caminhões, quanto na corrente financeira (importações mais exportações), e no total de documentos desembaraçados pela Receita Federal local.

A planilha, com o movimento de 2026 pela Aduana, divulgada no dia 18 de fevereiro, pela Receita Federal, contêm os valores em dólar. Para esta matéria, foi considerado o câmbio de 19 de fevereiro, dia em que a matéria foi editada, quando o dólar estava em R$ 5,22.

CORRENTE FINANCEIRA

O movimento de janeiro de 2026, pela Aduana de Dionísio Cerqueira, somou US$ 61.495.823,00 (cerca de R$ 321 milhões).

O total foi 16,83% menor que a corrente financeira de dezembro passado, que somou US$ 73.923.295,00 (cerca de R$ 385,87 milhões).

Do total de janeiro, US$ 31.696.532,00 (cerca de R$ 165,4 milhões), foram de importações brasileiras.

O percentual equivale a 51,54% do total do movimento do mês.

O total das exportações de janeiro somou US$ 29.799.291,00 (cerca de R$ 155,5 milhões).

O percentual equivale a 48,46% do total do movimento do mês.

Mantendo-se a média de janeiro, o total da corrente financeira de 2026 ficaria na casa dos US$ 737.9 milhões (cerca de R$ 3.852 bilhões).

O recorde na corrente financeira, pela Aduana de Dionísio Cerqueira, foi em 2024, e somou US$ 946,893.315,00 (cerca de R$ 4.942 bilhões, ao câmbio de hoje).

CARGAS

Quanto ao volume de cargas, em janeiro deste ano, 1.930 caminhões passaram pela Aduana de Dionísio Cerqueira

Esse número é 0,88% menor que o total de dezembro passado, que somou 1.947cargas.

Do total de cargas de janeiro, os produtos importados pelo Brasil, através da Aduana, passaram em 895 caminhões.

Já os produtos exportados pelo Brasil, em janeiro, através da Aduana cerqueirense, somaram 1.035 caminhões.

Mantendo-se a média de janeiro, ao final do ano, 23.160 caminhões teriam passado pela Aduana ao longo de 2026.

O maior volume de Cargas pela Aduana Cerqueirense foi em 2025, quando 25.936 caminhões passaram pelo porto seco de Dionísio Cerqueira.

DOCUMENTOS

Em relação à quantidade de documentos de importação e exportação desembaraçados pela Receita Federal de Dionísio Cerqueira em janeiro, o total foi de 1.461 documentos.

Esse total é 6,11% menor que o total de dezembro passado, que somou 1.556 documentos.

Do total de documentos de janeiro, os produtos importados pelo Brasil, através da Aduana cerqueirense, tiveram 697 papéis desembaraçados.

Já os produtos exportados pelo Brasil, em janeiro, através da Aduana, somaram 764 documentos desembaraçados.

Mantendo-se a média de janeiro, ao final do ano, em torno de 17.532 documentos teriam sido desembaraçados pela Receita Federal, ao longo de 2025.

Esse total seria recorde anual no número de documentos de importação e exportação, pela Aduana de Dionísio Cerqueira.

PRINCIPAIS PRODUTOS IMPORTADOS EM JANEIRO (EM PESO LÍQUIDO)

Produtos da indústria de moagem, malte, amidos e féculas. Madeira, carvão vegetal e obras de madeira. Fruta, cascas de citros (citrinos) e de melões. Plástico e suas obras. Produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos comestíveis

PRICIPAIS PAÍSES DE AQUISIÇÃO (IMPORTAÇÃO)

Argentina, Chile, Uruguai, outros.

PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS EM JANEIRO (EM PESO LÍQUIDO)

Papel e cartão; obras de pasta de celulose, papel ou de cartão. Carnes e miudezas comestíveis. Fruta, cascas de citros (citrinos) e de melões. Resíduos e desperdícios das indústrias alimentares, alimento. Madeira, carvão vegetal e obras de madeira.

PRICIPAIS PAÍSES DE DESTINO (EXPORTAÇÃO)

Argentina, Chile, outros.

VEÍCULOS EM LASTRE

Em janeiro deste ano, a Aduana Cerqueirense registrou a passagem de 640 veículos “em lastre”.

São veículos sem carga e também guinchos, contabilizamos com base no número de MICs liberados.

Fonte: Fonte: Receita Federal do Brasil – Edição e foto: Luiz Carlos Gnoatto / Comunicação Ascoagrin

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